Economia é sobre o preço do novo Chery QQ 2018 ou usado, você não vai acreditar na opinião de quem é entendido de carros

Carros
1 mês atrás
Economia é sobre o preço do novo Chery QQ 2018 ou usado, você não vai acreditar na opinião de quem é entendido de carros

O modelo tem sido um a grande promessa da marca por conta de ser um modelo acessível e com a sua melhora tem ganhado mais fãs, clientes e mercado. A Caoa fez a aquisição da operação brasileira da fabricante chinesa, oferecendo mais confiabilidade à marca. O modelo recebeu motor flex e a versão mais acessível contemporânea para o mercado nacional automotivo também com motor 1.0 de três cilindros chegando a 75cv. Legal, não é? Uma evolução para o mercado que proporciona melhorias ao consumidor, principalmente.

O subcompacto, como é denominado, vem com muita coisa boa. Seu motor melhorou e ficou mais forte e potente com classificação AA do INMETRO somado ao Selo Conpet, oferecendo até revisões gratuitas, confira no momento da compra para conhecer esta possibilidade garantindo o benefício. Ele chega no mercado brasileiro com três versões. Confira todos os detalhes sobre o carro que está se tornando febre entre motoristas que usam este carrinho para a cidade, somente para si.

Versões do Chery QQ 2018

  • Entrada: Smile
  • Mediana: Look
  • Topo de linha: ACT

O Chery QQ 2018, recebeu atualização de geração com as versões Loook e ACT, mas a fabricante decidiu criar uma opção bem barata por apenas R$ 25.990. Sem praticamente nada, ar, direção ou vidros elétricos, conta apenas com um rádio com USB sendo destaque, focada no uso comercial. Como carro de frota, com a mesma proposta da versão Life do Renault Kwid, cumprindo apenas a meta de preço baixo.

Preço do Chery QQ 2018

Chery QQ Smile:

Preço sugerido de R$ 26.690

Chery QQ Look:

Preço sugerido de R$ 30.690

Chery QQ ACT:

Preço sugerido de R$ 32.290

História do QQ

A marca Chery nasceu no ano de 97, lançando como seu primeiro modelo o Cowin, versão chinesa do carro Seat Toledo (primeira geração). Depois o Liftback (origem teuto-hispânica), passou a ser produzido ainda no ano de 1999, mas a fabricante não conseguiu se impor e chamar a atenção no mercado chines por ser apenas um modelo com muitas versões. Mas quando notaram que se produzissem mais modelos derivados do mesmo carro começou a sentir diferença em seu segmento em meados dos anos 2003.

Ano em que mais fabricantes de automóveis chineses ganharam vida, pois o governo liberou a atuação dessas empresas em nichos como autopeças, mas ainda não tinham o direito de produção. Após as licenças, a concorrência cresceu a ponto da marca produzir o conhecido carro urbano nomeado por QQ. Com a proposta de ser um produto mais acessível desde seu nascimento, ainda que remetendo o Daewoo Matiz, trazendo um de seus primeiros processos movidos pela GM (General Motors) contra a montadora de Wuhu. Para quem não sabe, o modelinho sul-coreano estava sendo comercializado como Chevrolet Spark. Porém apesar da grande briga judicial sem sucesso para a GM, a fabricante forçou a SAIC (Shanghai Auto), sócia na China e comandava 20% das ações da Chery, se retirar da composição acionária de participava.

A paridade entre os modelos Chery QQ e Dawoo Matiz eram altamente perceptíveis, chegando a serem confundidos como mesmo veículo. A fabricante chinesa declarou ter firmado um acordo com a Shanghai Auto antes de ter sido assumida integralmente pela General Motors. Porém o modelo não só foi fabricado, como foi mantido sob a estrutura de motor com três cilindros 0.8 ou 1.1 e quatro pistões, ambos CAC (chinesa) e clonados da concorrência, como se diz vulgarmente.

Chery QQ manteve-se como único modelo de acesso da marca até o ano de 2007 com o Cowin na sequência e o Tiggo (copia do Toyota RAV4) depois de 2000. A plataforma do QQ, que tinha suspensão traseira por eixo rígido, acabou por derivar ainda outros carros, então a partir do ano de 2005, a marca passou a criar novos modelos, com mais personalidade tornando-se um pouco diferente das outras montadoras e fabricantes locais. O primeiro derivado foi o QQ6, um modelo no formato de sedã compacto com vigia traseira integrada no porta-malas, que ao mesmo tempo, desenvolveu o A1, o hatch conhecido por Face em nosso mercado. Comercializando exemplares nomeados como Dodge Breeze, produzido em parceria Chery-Chrysler, porém o projeto fracassou. Mas, outro modelo ganhou a atenção, cupê com duas portas simétricas com faróis e lanternas, comercializado lá.

Outra família que partiu do modelo foi a S18, com o hatch, com sedã e também com a versão perua, mas pudemos comercializar no Brasil somente o hatch, unico que veio para cá. Uma coisa legal para mencionar é que, tinha opção de câmbio automatizado EZ-Drive. Após a comercialização do modelo A1, o querido QQ deixou de receber alguns privilégios na fabricante, porém foi mantido como ponta de lança da marca recebendo melhorias. E desde o lançamento, o modelo foi comercializado e produzido em outros países fora a China, como Egito, Venezuela, Iraque, Irã, Rússia, Indonésia e Brasil.

O modelo tem a sua versão elétrica comercializada na China, porém poderá migrar para a Cowin Auto, uma marca automotiva barata com vínculo na Chery. Especula-se que o carrinho possa acabar puramente elétrico para a próxima geração, atendendo requisitos do governo chinês. Então próximo Chery QQ pode aparecer com baterias ampliando sua autonomia, o modelo oferece grande potencial de seguir carreira ainda por um bom tempo, mas no Brasil, poderá encerrar a vida sob comando da CAOA-Chery.

Detalhes do Cherry QQ

O QQ recebeu somente facelifts com o passar dos anos e somente em 2014 apareceu repaginado com a nova geração tão esperada, chamada de New QQ, chegando com o eQ, versão elétrica do pequenino, com autonomia de 200 km, 58 cv de potência e 15,3 kgfm (motivador de uma ação recente da chinesa contra a poderosa Mercedes-Benz). A nova geração foi mantida com a mesma estrutura frontal antiga – o belo sorriso, exibindo linhas ainda mais arredondas, inspiradas no modelo 2018. Suas medidas ainda são pequenas, mantendo a identidade do modelo, mesmo sendo repaginado. Então, cabe tudo em aproximadamente 3,56 m de comprimento e 2,34 m entre-eixos carregando um motor 1.0 com 12V, colocando os antigos 0.8 e 1.1 para descansar. Mudou sua imagem diante do mercado com a versão Smile, inicialmente comercializada com o preço de R$ 25.990, ainda que os compradores tenham preferência pela versão Look, com mais itens de série.

O Cherry QQ por fora

O modelo chega com a frente composta por um capô mais curto e par de faróis amendoados, a grade é típica com o tradicional formato do sorriso. Os para-choques aparecem remodelados, assim como seus faróis de neblina integrados. Os vincos marcantes nas laterais são um verdadeiro charme que conversam muito bem com as janelas arredondadas e com as maçanetas (as traseiras ficam elevada, quase no vidro sendo parte no acabamento). O porta-malas foi construído completamente com vidro destacando as lanternas verticais arredondadas e o para-choque bem arrebitado.

Medidas:

  • 3.564 mm de comprimento,
  • 1.620 mm de largura,
  • e 1.527 mm de altura,
  • 2.340 mm de distância entre-eixos,
  • 160 litros no porta-malas ou 636 litros com rebatimento do banco traseiro.

Cores disponíveis:

  • Branco,
  • Preto,
  • Vermelho,
  • Prata,
  • Azul,
  • Marrom.

Versão Smile, conta com Branco, Preto e Vermelho disponíveis.

As curvas e linhas no estilo amendoado, parece que foi construído para agradar as clientes. Remetendo um visual bem alegre e descontraído cheio de simpatia. O exemplar, mesmo pequenino, foi construído com altura interna muito boa e conforto com agilidade para o uso urbano. A produção da fabricante acontece na cidade de Jacareí, interior de SP. O que falta mesmo é um boa produção do subcompacto, que sofreu com as greves sucessivas na fábrica, sendo incapaz de atender a demanda que subiu consideravelmente pela propaganda de ser um caro zero tão barato.

O Cherry QQ por dentro

O desenho do painel é simples e convencional com o cluster já sendo digital. Por cona de seu baixo preço, plásticos são bastante utilizados na fabricação, fora a ausência da tampa no porta-luvas. Fica evidente o corte de gastos quando olhamos para o acabamento do carro, mas em contra-partida, somam-se 14 espaços para porta-objetos. Alguma dúvida que é um carrinho atraente para o público feminino?

Itens de série para a versão topo de linha New QQ Act

  • Ar-condicionado,
  • Direção Hidráulica,
  • Media System,
  • Rádio AM/FM + MP3 + USB,
  • Freios ABS +EBD,
  • Air bags dianteiros para motorista e passageiro,
  • Vidros elétricos,
  • Espelhos retrovisores com ajuste elétrico.

Itens de série básicos do Chery QQ 2018 versão Smile

  • airbag duplo,
  • vidros dianteiros elétricos,
  • cluster digital,
  • computador de bordo,
  • rádio com dois alto-falantes e USB,
  • abertura elétrica do porta-malas,
  • ajuste elétrico dos faróis,
  • acabamento em dois tons,
  • rodas de aço com calotas,
  • maçanetas e retrovisores pretos,
  • antena no teto.

Itens de série do Chery QQ 2018 versão Look

  • ar-condicionado,
  • direção hidráulica,
  • 4 alto-falantes,
  • limpador e desembaçador do vidro traseiro,
  • chave com telecomando,
  • rodas de liga leve aro 14.

Somados aos itens da versão anterior. Com direção hidráulica e pneus maiores, 175/65 R14 (antes 165/60 R14) o pequenino ficou mais econômico, porém a capacidade do tanque de combustível foi mantida em 35 litros.

Itens de série do Chery QQ 2018 versão ACT

  • retrovisores elétricos,
  • luzes diurnas,
  • sensor de estacionamento,
  • vidros traseiros elétricos.

Somados aos itens da versão anterior.

Opinião de consumidor sobre o que falta no Chery QQ 2018

Central multimídia!

O compacto não aparece com a solução em nenhum de seus modelos ou versões, nem na China. Ele também poderia ter itens de segurança como airbags laterais. A direção elétrica e suspensão mais firme também poderiam ser avaliados. O carro não tem recuperação de energia da bateria, uma coisa muito importante. Fora, claro… melhorar seu acabamento, mas isso já não é o único, muitos carro bem mais caros e até modelos que estão na casa dos 100 mil pecam neste detalhe.

Falando em conforto e segurança do QQ 2018

A promessa é de que o veículo seja versátil, com mais segurança ao condutor com air bag duplo e freios ABS. O carro também tem célula integral, são áreas que deformam absorvendo impactos em caso de acidentes com a finalidade de proteger os ocupantes. Seu espaço interno é um detalhe de sucesso, até porque há opção de aumentar a capacidade de carga aumentando o porta-malas para até 636 litros.

Como ficou o motor do Chery QQ 2018

Ele chega com 1.0 e três cilindros fazendo de 0 km a 100 kg em 14 segundos.

Desempenho com Gasolina:

Potência – 74 cv a 6.000 rpm
Torque – 9,7 kgfm a 4.500 rpm

Desempenho com Etanol:

Potência – 75 cv a 6.000 rpm
Torque – 9,7 kgfm a 4.500 rpm

Dados próximos comparados aos motores 1.0 concorrentes no mercado brasileiro. O propulsor é da Acteco, divisão de motores e transmissões da Chery. Seus números são modestos quanto a performance, porém atende muito bem o deslocamento de AB. O modelo foi desenvolvido para uso em meio urbano e tem direção hidráulica, mas poderia ser substituída pela elétrica. Com relação às proporções, suas pequenas medidas ajudam quando trata-se de vagas apertadas, mas a ergonomia fica devendo.

Opinião sobre o Chery QQ 2018

Opinião positiva sobre o QQ

Como é um veículo montado na América do Sul, no Uruguai, tem um bom pacote quanto aos itens de série. O tamanho é bem vantajoso, afinal, as cidades carecem de melhorias na malha viária e o trânsito segue caótico em grande parte. Quanto as retomadas, há quem considere – dentro de suas condições, boas a partir de 2500 rpm. Seu design é bem atraente e com a Caoa defendendo a Chery, as possibilidades de mercado são aumentadas.

Opinião negativa sobre o QQ

Com a produção do novo QQ, versões passadas serão automaticamente bem desvalorizadas com relação ao Zero km. O acabamento não é fino e deixa bastante a desejar interna e externamente falando, não há alinhamento das peças, é notório. E para os passageiros, podem sofrer com a ergonomia e ausência de conforto por parte dos bancos, pois seus encostos são estreitos e os bancos dianteiros, são extremamente desconfortáveis.

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